segunda-feira, 19 de junho de 2017

Curiosidades: Rios de Planície e Rios de Planaltos

"A Geografia trabalha com imagens,
recorre a diferentes linguagens na busca de informações
e como forma de expressar suas interpretações,
hipóteses e conceitos." (MEC, 1999)
 
 
Como diz o ditado, “uma imagem vale mais que mil palavras...” Daí eu gostar de explicar a matéria com o apoio de imagens, pois facilita em muito a compreensão e, consequentemente, a aprendizagem. 
 
As correntes fluviais, representam possivelmente um dos mais importantes agentes geológicos, que desempenham papel de grande relevância não só na escultura do modelado da superfície terrestre, como também no condicionamento ambiental da própria vida do Homem” (SUGUIO e BIGARELLA, 1979:01).
 
Conceito de Rio
“Corpo de água corrente confinada num canal” (op.cit.).
 
Em toda sua extensão, o curso do rio pode ser dividido em três partes: curso superior (parte que abrange e está próxima a sua cabeceira ou nascente), curso médio e curso inferior (parte que abrange e está próxima à foz).
 
Curso Fluvial
Imagem capturada na Internet
Fonte: O Exílio

Os rios são alimentados pelas precipitações pluviais (chuvas), pela fusão da neve e geleiras e/ou pelo fluxo do lençol subterrâneo (água subterrânea).
 
Seu conceito também inclui os canais sem água das regiões mais secas, que só têm água durante e após as chuvas.
De acordo com o fornecimento d’água proveniente do lençol subterrâneo e das precipitações pluviais, os rios são classificados em:
 
. Rios Efêmeros: rios que não são alimentados pelo lençol subterrâneo, só apresentando água durante e após as chuvas. Na maior parte do ano, eles permanecem secos.
 
. Rios Intermitentes (ou temporários): rios que são alimentados temporariamente pelo fluxo subterrâneo, quando o nível do lençol subterrâneo se encontra suficientemente elevado. Em outra época do ano, ele permanece seco, pois o nível da água subterrânea se encontra baixo.
 
. Rios Perenes: rios que sempre apresentam água no seu canal durante o ano todo, pois sua alimentação pelos fluxos subterrâneos é, mais ou menos, estável.
 
 Fonte: SUGUIO e BIGARELLA, 1979
 
 
De acordo com a natureza do relevo, os rios são classificados em:
. Rios de Planalto: são rios cujo substrato é rochoso, sendo caracterizado por trechos de rápidos (aumento de declive), corredeiras e/ou quedas d'água (cachoeiras), o que dificultam a navegação. Somente nos trechos do baixo curso, estes percorrem sobre planícies aluviais (trecho mais plano ou muito pouco inclinado, constituído por sedimentos carreados e depositados pelo rio).
 
- Formas de Uso: Em decorrência desses aspectos, estes possuem elevado potencial hidrelétrico, sendo aproveitados para a produção de energia elétrica a partir da construção de Usinas Hidrelétricas. Secundariamente, pode-se mencionar o uso deste tipo de rios para a prática de esportes radicais, como o rafting (botes infláveis), o ducking (um tipo de canoagem), cachoeirismo (ou cascading), entre outros, o que favorece e impulsiona o setor de turismo.
   
 Usina Hidrelétrica de Itaipu
Imagem capturada na Internet
 
Rafting
Imagem capturada na Internet
Fonte: Dicas Cidade


Canoagem Slalom
Imagem capturada na Internet
 

Rafting
Imagem capturada na Internet
Fonte: Ideias Dicas
 

 Imagem capturada na Internet
 

 Imagem capturada na Internet
 
 
 Cachoeirismo (ou cascading)
  Imagem capturada na Internet

. Rios de Planície: são rios cujo substrato é sedimentar, o que lhe caracteriza por apresentar águas mais calmas, tendo em vista a regularidade do seu leito.  
 
- Formas de Uso: Em decorrência desses aspectos, estes são propícios à navegação, ou seja, servindo como hidrovias (vias de circulação). Além disso, suas águas mais calmas possibilitam o aproveitamento em termos de balneabilidade (praias fluviais) e à pesca, entre outras formas de uso.
 
  Imagem capturada na Internet
Fonte: Pixabay
 
 
 Imagem capturada na Internet
Fonte: Jornal Oeste


Imagem capturada na Internet
Fonte: GEHNAT



Imagem capturada na Internet
Fonte: Amazonas


Fontes de Consulta
 
. GUERRA, Antonio Teixeira. Dicionário Geológico -Geomorfológico, Rio de Janeiro, 1987.
 
. Material didático particular.
 
. SUGUIO, Kenitiro e BIGARELLA, João José. Ambiente Fluvial. Editora Universidade Federal do Paraná – Associação de Defesa e Educação Ambiental (ADEA), Curitiba, 1979.

 

segunda-feira, 12 de junho de 2017

I Campanha da Solidariedade 2017

Logotipo da Campanha da Solidariedade
da E. M. Dilermando Cruz (Bonsucesso, Rio de Janeiro)
Autoria: Kalina Matias da Silva

 
A I Campanha da Solidariedade de 2017 começou desde o final de maio, mas com um diferencial muito grande, pois a turma responsável não é mais a mesma. Pela primeira vez, ela mudou significamente devido a saída de muitos ex-alunos por conta da reprovação. Situação jamais verificada nas outras turmas responsáveis pelo mesmo projeto (duas classes desde 2007).
 
Não resta dúvida que sempre houve a saída de alunos e a entrada de novos, mas nunca em quantidade excessiva. Em razão disso, os alunos novos deste ano, vamos assim chamá-los de iniciantes, tiveram que aprender o “bê-á-bá” das etapas do projeto. No entanto, devo destacar que muitos se mostraram bem animados e ativos à causa, abraçando com a devida responsabilidade o projeto.
 
Os alunos responsáveis pela Campanha, hoje, se encontram na Turma 1701 e, como já é de conhecimento de todos, eles deverão prosseguir à frente da mesma função até o 9◦ Ano.
 
 
 Equipe da manhã (24/05) - da esquerda para a direita -
Ana Carolina Amorim, Carla Cristina Amorim, Yasmin Soares e Thaís da Silva

 
 
  
Equipe da manhã (24/05) - da esquerda para a direita -
Carla Cristina Amorim, Yasmin Soares, Thaís da Silva e Ana Carolina Amorim

 

 Equipe da manhã (26/05) - da esquerda para a direita -
Maria Eduarda Soares de Lima, Giovanna Fernandes Chibaia,
Gabriel Bernardo da Silva, Gabriel dos Santos Rodrigues e
Beatriz da Silva Camilo
 
 
 Equipe da tarde (07/06) - da esquerda para a direita -
em pé, Thaís da Silva, Carla Cristina, Yasmin Soares,
Ana Carolina Amorim e Beatriz da Silva;
abaixadas, Nicoly Rocha dos Santos, Maria Eduarda Soares
e Ingrid Maria Pessoa França  
 

Recentemente, recebemos edições da Revista Appai EDUCAR (Ano 19 - N◦ 104 – 2017), na qual consta a reportagem sobre o Dia de Ação Social que foi realizado, em nossa Unidade Escolar, no ano passado (dezembro de 2016), voltado para a Comunidade Escolar.
 


 
 
Este ano, eu sugeri a colocação de um Selo na porta ou no interior de cada sala de aula, onde algum aluno contribuiu com doação de gelatina ou leite em pó. Vale ressaltar que a imagem do Selo foi extraída da Internet e, por isso, não é um desenho original, criado por algum aluno da Turma 1701.
 
Houve votação para a escolha do desenho (duas opções) e, entre os professores consultados e os alunos da referida turma (responsável pelo projeto), o desenho abaixo venceu majoritariamente.
 
 Selo de Turma Solidária

domingo, 11 de junho de 2017

Crônica: Dia dos Namorados

Imagem capturada na Internet
Fonte: BrasilEscola

 

NAMORO
Luís Fernando Veríssimo* 

O melhor do namoro, claro, é o ridículo. Vocês dois no telefone:

- Desliga você.
- Não, desliga você.
- Você.
- Você.
- Então vamos desligar juntos.
- Tá. Conta até três.
- Um...Dois...Dois e meio...
 
Ridículo agora, porque na hora não era não. Na hora nem os apelidos secretos que vocês tinham um para o outro, lembra?, eram ridículos. Ronron. Suzuca. Alcizanzão. Surusuzuca. Gongonha. (Gongonha!) Mamosa. Purupupuca...
 
Não havia coisa melhor do que passar tardes inteiras no sofá, olho no olho, dizendo.

- As dondozeira ama os dondonzeiro?
- Ama.
- Mas os dondonzeiro ama as dondonzeira mais do que as dondonzeira ama os dondonzeiro.
- Na-na-não. As dondonzeira ama os dondonzeiro mais do que etc..

E, entremeando o diálogo, longos beijos, profundos beijos, beijos mais do que de língua, beijos de amígdalas, beijos catetéticos. Tardes inteiras. Confesse: ridículo só porque nunca mais.

Depois do ridículo, o melhor do namoro são as brigas. Quem diz que nunca, como quem não quer nada, arquitetou um encontro casual com a ex ou o ex só para ver se ela ou ele está com alguém, ou para fingir que não vê, ou para ver e ignorar, ou para dar um abano amistoso querendo dizer que ela ou ele agora significa tão pouco que podem até ser amigos, está mentindo. Ah, está mentindo.
 
E melhor do que as brigas são as reconciliações. Beijos ainda mais profundos, apelidos ainda mais lamentáveis, vistos de longe. A gente brigava mesmo era para se reconciliar depois, lembra? Oito entre dez namorados transam pela primeira vez fazendo as pazes. Não estou inventando. O IBGE tem as estatísticas.
 
                             *Correio Braziliense. 13/06/1999

Cidades-Gêmeas Brasileiras


 Cidades-Gêmeas do Brasil
Imagem capturada na Internet
Fonte: CDIF


O termo “cidades-gêmeas” domina o imaginário dos alunos à luz da igualdade e, apesar de ter explicado em sala de aula (2ª Série do Ensino Médio), eu os avisei que publicaria neste espaço, uma vez que sua terminologia e definição é recente e não consta em livros (pelo menos, eu nunca observei nas edições mais novas).

Esse termo envolve aspectos políticos, econômicos e sociais, urbanos, ligados às áreas fronteiriças do Brasil com cidades de 9 países da América do Sul, além da Guiana Francesa, ou seja, ele trata das cidades-gêmeas de cidades estrangeiras ao longo da linha de fronteira terrestre do Brasil.
 
 Fronteiras Terrestres do Brasil
Imagem capturada na Internet
 
 
As cidades-gêmeas adquirem grande relevância não só em termos de integração fronteiriça como, por conseguinte, à integração sul-americana (Brasil com os países fronteiriços) com vistas a alcançar desenvolvimento regional.
 
Sendo assim e, diante da necessidade de se estabelecer políticas públicas específicas para este tipo de cidade, o Ministério da Integração Nacional (MI) publicou no Diário Oficial da União, do dia 24 de março de 2014, a Portaria N◦ 125 (de 21/03/2014), a qual estabelece o conceito oficial de cidades-gêmeas, os critérios adotados em sua definição, assim como a relação dos municípios brasileiros que se enquadram nesta terminologia. Na época de sua publicação foram considerados e relacionados 29 cidades-gêmeas brasileiras.
 
Art. 1◦ “Serão considerados cidades-gêmeas os municípios cortados pela linha de fronteira, seja essa seca ou fluvial, articulada ou não por obra de infraestrutura, que apresentem grande potencial de integração econômica e cultural, podendo ou não apresentar uma conurbação ou semi-conurbação com uma localidade do país vizinho, assim como manifestações ‘condensadas’ dos problemas característicos da fronteira, que aí adquirem maior densidade, com efeitos diretos sobre o desenvolvimento regional e a cidadania.”

Quanto ao critério demográfico, o seu Art. 2º estabelece que:

Não serão consideradas cidades-gêmeas aquelas que apresentem, individualmente, população inferior a 2.000 (dois mil) habitantes.”
 
Vale ressaltar, no entanto, que as linhas de fronteira – tanto seca (terrestre) quanto a fluvial (rio) - além de facilitarem esse processo de integração entre os países envolvidos e promover certo desenvolvimento regional, elas se mostram vulneráveis devido às falhas de vigilância e fiscalização da autoridades competentes, de ambos os lados.
 
São 15.719 Km de fronteira terrestre, o que possibilita a entrada ilegal de imigrantes, de produtos ilícitos de diversas naturezas (contrabando de armas, de carros roubados, cigarros, narcotráfico etc.), assim como a saída ilegal de recursos naturais do nosso país, isto é, contrabando de espécies da fauna e da flora, como também de recursos minerais.
 
O responsável pela controle, fiscalização, vigilância e repressão das fronteiras brasileiras é a Polícia Federal e, atualmente, há apenas 29 postos oficiais de fiscalização da Polícia Federal, da Receita Federal e do Ministério da Saúde. Em suma, a fragilidade de nossas fronteiras e cidades-gêmeas é grande e preocupante.
 
Em 2014, por ocasião da publicação da Portaria N◦ 125, o Brasil contava com 29 cidades-gêmeas. Hoje, elas já contabilizam 32 municípios brasileiros sob essa categoria. 
 
Lista das cidades-gêmeas do Brasil:
 
. Região Norte (9):
- Acre: Assis Brasil, Brasiléia, Epitaciolândia, Santa Rosa do Purus;
- Amapá: Oiapoque;
- Amazonas: Tabatinga.
- Rondônia: Guarajá-Mirim;
- Roraima: Bonfim e Pacaraima.

. Região Centro-Oeste (7):
- Mato Grosso do Sul: Bela Vista, Corumbá, Mundo Novo, Paranhos, Ponta Porã, Coronel Sapucaia, Ponto Murtinho.

. Região Sul (16):
- Paraná: Barracão, Santo Antônio do Sudoeste, Foz do Iguaçu e Guaíra;
- Rio Grande do Sul: Aceguá, Barra do Quaraí, Chuí, Itaqui, Jaguarão, Porto Xavier, Quaraí, Santana do Livramento, São Borja, Uruguaiana e Porto Mauá;
- Santa Catarina: Dionísio Cerqueira.
 
Observação: O grande número de cidades-gêmeas na região Sul, mais especificamente, no estado do Rio Grande do Sul (na área “transfronteiriça” da Bacia do Prata) é decorrente da maior concentração urbana existente na região. 
 
 
Ponte da Amizade sobre o rio Paraná
Fronteira fluvial entre o Brasil (Foz do Iguaçu, Paraná)
e o Paraguai (Ciudad de Leste)
Imagem capturada na Internet
 
 
 
Fontes de Pesquisa
 
 

10 de Junho: Dia da Raça

Raça Humana
Imagem capturada na Internet
Fonte: Paperblog

 
Embora, eu tenha assinalado o dia de ontem como uma data comemorativa em relação à raça (Dia da Raça), este possui significado maior em Portugal, uma vez que - no Brasil - a referida data é comemorada no dia 05 de setembro, como Dia da Raça Brasileira. E é por esta divergência de datas e, sobretudo, por seu embasamento conceitual, que minha abordagem, neste artigo, se faz necessária.
 
O conceito de raça foi empregado, inicialmente, na classificação das espécies animais e vegetais no âmbito das Ciências Naturais, mais especificamente, na Zoologia e Botânica, respectivamente.
 
No entanto, com o passar dos séculos, esse conceito passou a significar também a descendência (ou linhagem), assinalando grupo de pessoas com um ancestral comum, cujos descendentes possuíam determinados atributos físicos semelhantes (características biológicas).
 
No final do Século XVII (1684), o francês François Bernier empregou o termo raça para diferenciar a humanidade em grupos fisicamente distintos, ou seja, de acordo com a sua diversidade, três raças foram consideradas na história de formação da humanidade: a branca, a amarela e a negra.
 
Além de sua conotação biológica, o conceito de raça também passou a ser tratado no campo das classes sociais para legitimar e justificar as relações de dominação e de sujeição travadas entre a nobreza e a plebe, por exemplo, independentemente de haver ou não diferenças biológicas entre ambas as classes. Sob esta mesma conotação atribuiu-se o conceito de hierarquia de valores entre as raças, baseado na ideia da superioridade de um grupo sobre o outro, de uma raça em relação a outra.
 
Sendo assim, embasado nesta suposta hierarquia de valores entre as três raças humanas, a branca passou a ser considerada como padrão genético superior da “raça” humana, a linhagem mais pura entre os seres humanos. E esse pressuposto serviu de base para o discurso e prática da dominação europeia em relação aos demais povos (colonialismo e o imperialismo europeu).
 
Vale ressaltar que o conhecimento de novos povos, como os ameríndios no Novo Mundo (América), os melanésios no Novíssimo Mundo (Oceania) e outros, reforçou e ampliou essa ideia de diversidade de raças para além das três consideradas.
 
Em suma, o conceito apreendido, ao longo dos séculos, distinguiu o homem em raças distintas, hierárquicas, baseado na ideia da superioridade de uma raça em relação a outra.
 
Hoje, no entanto, como é de conhecimento geral, raça só existe uma, que é a raça humana, considerando que todos os humanos pertencem à mesma espécie (Homo sapiens) e à subespécie (Homo sapiens sapiens).
 
Por isso, a partir da segunda metade do Século XX, em se tratando de grupos humanos, a palavra raça caiu em desuso, sendo substituída por outras expressões, como – por exemplos - populações, povos e grupos étnicos. No entanto, atualmente, em termos mais gerais, o termo etnia é o mais empregado e o seu conceito mais abrangente envolve os aspectos culturais. A noção de raça deu lugar à noção de cultura.
 
As mudanças engendradas a partir deste novo conceito, discordante da hierarquia biológica das chamadas raças humanas, passam pelo grifo de um novo olhar, ou seja, de um olhar de respeito às diferenças e especificidades culturais de cada grupo étnico.
 
Etnia significa grupo que é culturalmente homogêneo. Do grego ethnos, povo que tem o mesmo ethos, costume, e tem também a mesma origem, cultura, língua, religião, etc.”*
 
Sob esta perspectiva, falar de raça portuguesa (tal como é comemorado hoje) ou raça brasileira (em 05 de setembro) é um equívoco conceitual. O mais correto seria tratar as respectivas datas em menção ao povo português e ao povo brasileiro.
 
 
Fontes de Consulta
 
. MUNANGA, Kabengele. Uma abordagem conceitual das nocões de raça, racismo, identidade e etnia. Palestra proferida no 3º Seminário Nacional Relações Raciais e Educação-PENESB-RJ, 05/11/03.  Disponível em:
 
. Wikipédia
 

 

segunda-feira, 5 de junho de 2017

05 de Junho: Dia Mundial do Meio Ambiente


 Imagem capturada na Internet
Fonte: Pixabay
 
MEIO AMBIENTE
É o conjunto do sistema físico e biológico,
no qual vivem
o homem e os outros organismos.”
(PNUMA apud SAHOP, 1978)
 
 
 
UM TRABALHO A SER FEITO
 
 Esta é uma história de quatro pessoas:
 
TODO MUNDO, ALGUÉM, QUALQUER UM e NINGUÉM.
 
 Havia um trabalho importante a ser feito
e TODO MUNDO tinha certeza
de que ALGUÉM o faria.
 
 
QUALQUER UM poderia tê-lo feito,
mas NINGUÉM o fez.
 
ALGUÉM zangou-se
porque era um trabalho de TODO MUNDO.
 
TODO MUNDO pensou que QUALQUER UM poderia fazê-lo,
mas NINGUÉM imaginou
que TODO MUNDO deixasse de fazê-lo.
 
 
Ao final, TODO MUNDO culpou ALGUÉM
quando NINGUÉM fez
o que QUALQUER UM poderia ter feito.
 
Resultado: NADA MUDOU!